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Resumo em 10 segundos

Francisco Gomes Neto falou em abrir espaço além de Boeing e Airbus — e isso acende um debate importante sobre quem vai dominar o espaço nos próximos anos 🚀

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CEO da Embraer disse que há “espaço para 3 ou 4 empresas” onde Boeing e Airbus dominam — e isso não é só sobre aviões: tem tudo a ver com quem vai dominar o espaço nas próximas décadas 🚀🧵

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Gomes Neto falou em projeções gigantes — 20 anos e dezenas de milhares de aeronaves. Se tem mercado sobrando na aviação, a pergunta é óbvia: o mesmo impulso pode abrir portas pra mais players no setor espacial (lançadores, satélites, spaceplanes)?

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Pra ter noção: demanda por satélites, constelações e até turismo espacial está crescendo. Hoje alguns nomes dominam lançamentos e infraestrutura orbital, mas mercados grandes atraem concorrentes — e concorrência pode significar mais acesso e inovação.

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Entrar no jogo exige coisa séria: tecnologia, cadeia de fornecedores, investimento, regulação clara e mão de obra qualificada. Também pede responsabilidade ambiental — menos lixo orbital e combustível mais limpo — e políticas públicas que democratizem o acesso.

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O Brasil já tem polo aeroespacial em São José dos Campos e expertise que pode ser pivotada pra atividades espaciais, se houver estratégia e parcerias. Exemplos globais (Rocket Lab, empresas novas) mostram que é possível entrar e crescer.

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Reflexão final: mais players no espaço podem baixar custos, ampliar ciência e educação e reduzir concentração de poder — desde que venham com regulação, sustentabilidade e oportunidades reais de trabalho. Quero ver uma corrida espacial mais plural e responsável.

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