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Novo point no Nordeste juntou estrelas, autocuidado e programação inclusiva — uma chance de repensar astroturismo e ciência pública ✨🌍

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Inauguração: novo point cultural no Nordeste uniu gastronomia e astronomia — observação noturna, palestras gratuitas e sessões inclusivas para autismo foram atrações no começo do feriado ✨🍽️🧵

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Mulheres Endorfinadas, liderado por Hilda Araújo, levou autocuidado ao ar livre sob as estrelas. O céu como terapia social é poderoso — mas isso amplia presença feminina na ciência ou vira estética? Precisamos de espaços permanentes, não só eventos pontuais.

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A Okiá trouxe palestra e documentário sobre felicidade com exibição sensorial para autismo. Boa iniciativa — porém acessibilidade não pode ser simbólica: ajustes de luz/sons, formação de mediadores e vagas gratuitas são fundamentais para democratizar a experiência científica.

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Feriado mostrou o potencial dos céus do Nordeste para astroturismo e descanso. Alerta crítico: sem políticas públicas e regulação, esse turismo pode concentrar lucros e gerar impactos ambientais. Como garantir beneficio comunitário e proteção do patrimônio escuro?

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No Vale o Rolê, Páscoa com chocolate e 'star party' familiar: portas de entrada ótimas para trazer públicos à astronomia. Mas evento responsável inclui gestão de resíduos, energia limpa e condições de trabalho dignas para quem organiza — sustentabilidade também é justiça social.

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Reflexão final: o céu noturno é patrimônio comum. Proteger o direito de ver as estrelas exige combate à poluição luminosa, investimento em programas inclusivos e participação das comunidades. Ciência pública só cresce com acesso, responsabilidade e políticas que distribuam benefícios.

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