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Uma notícia suspeita surge, ganha alcance e pode influenciar votos. Na PUCRS, estudantes entram em cena para investigar esse caminho. 🔎🗳️

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Uma notícia duvidosa aparece na tela, é compartilhada em grupos e, em poucas horas, pode alcançar milhares de pessoas. 🔎🗳️ Agora, PUCRS e TRE-RS firmaram um convênio para entender e enfrentar esse percurso da desinformação eleitoral. 🧵

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A parceria reúne a Famecos e a Escola de Direito da PUCRS. A ideia é simples, mas poderosa: juntar quem aprende a investigar informações com quem aprende a analisar as consequências jurídicas de sua circulação.

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No centro da iniciativa está o Veredito. Estudantes e professores recebem conteúdos potencialmente falsos, rastreiam sua origem, observam como e por que foram divulgados e fazem a checagem jornalística.

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Depois vem uma segunda etapa: o material segue para a análise jurídica. Alunos de Direito ajudam a categorizar a conduta, distinguindo boato, manipulação, possível infração e outros casos que exigem atenção.

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Esse encontro entre áreas importa porque desinformação não é só um problema de tecnologia. Ela envolve linguagem, confiança, interesses, regras democráticas e pessoas tentando decidir com base no que recebem.

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A professora Luana Chinazzo lembra: mentira, boato e rumor sempre existiram. O que mudou foi a escala. Sistemas algorítmicos aceleram narrativas, ampliam seu alcance e tornam a verificação mais urgente.

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Ao colocar estudantes no Laboratório de Jornalismo da Famecos e no Jusfato diante de casos reais, o convênio também transforma educação em prática pública: conhecimento acessível para proteger o debate eleitoral.

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Não existe solução mágica contra a desinformação. Mas ensinar a investigar, checar e compreender responsabilidades é criar uma defesa coletiva — antes que um compartilhamento apressado vire dano democrático.

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