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Resumo em 10 segundos

Morrissey cancelou sua vinda ao Brasil, mas o universo prepara outro espetáculo — vem ver como transformar decepção em céu aberto 🌌

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Morrissey cancela vinda ao Brasil uma semana antes do show em São Paulo 😮🧵 — Se o cantor não vem, que tal trocarmos o palco humano pelo maior palco que existe? Vou contar a história de uma noite em que o céu roubou a cena e por que isso importa para todo mundo.

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Era para ser 12 de novembro no Espaço Unimed: fãs, luzes e expectativa. Mas enquanto ingressos viram notícia, há espetáculos celestes que não precisam de ingressos — a ISS cruzando, planetas em conjunção, chuvas de meteoros. Vou guiar você por esse roteiro natural, gratuito e sustentável.

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Nas cidades grandes o problema é outro: a poluição luminosa. Em São Paulo muita gente mal vê a Via Láctea. Mas há resistência criativa — o Planetário do Ibirapuera, o Observatório do IAG/USP e grupos comunitários levam telescópios a bairros periféricos. Astronomia como direito de todos.

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História do céu: cometa, meteoro ou satélite? Um cometa é lento e difuso, um meteoro risca o céu num segundo, satélites são pontos que cruzam constante. Enquanto turnês são canceladas, visitantes antigos do Sistema Solar continuam a passar — e podemos aprender a reconhecê-los.

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Se foi pro céu que você quer ir, algumas dicas práticas: 1) instale apps como Stellarium ou SkyView; 2) confira passagens da ISS e previsões de chuvas de meteoros; 3) visite Planetário do Ibirapuera ou Observatório IAG; 4) participe de projetos como Globe at Night — ciência cidadã que conta.

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Reflexão final: shows acabam, artistas cancelam, mas o céu é um palco público que revela desigualdades — mais de 80% da população vive sob céus onde a Via Láctea não é visível. Defender o direito de ver as estrelas é também lutar por cidades mais sustentáveis e por acesso democrático ao conhecimento.

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