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Resumo em 10 segundos

Saci Filmes leva o céu da Amazônia à COP30 — e nos lembra que estrelas, satélites e saberes indígenas são peças-chave na ciência do clima 🌌

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Cinema do Acre ganha espaço na COP30 em Belém com filmes da Saci Filmes que trazem o céu amazônico e histórias indígenas para o debate ambiental e científico 🌌🧵

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Por que isso importa para astronomia? Esses filmes mostram que observar o céu não é só olhar estrelas: é registrar ciclos, sinais climáticos e narrativas ancestrais — astronomia em sentido amplo, feita por comunidades locais.

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Conexão prática: satélites e sensoriamento remoto monitoram desmatamento, queimadas e mudanças atmosféricas que alteram o céu noturno. Filmes que usam imagens de satélite ajudam a traduzir dados técnicos para o público.

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Um problema invisível: a poluição luminosa cresce mesmo na Amazônia. Luzes urbanas e instalações industriais apagam estrelas, prejudicando fauna, cultura e a observação científica. Preservar céus escuros é também ação climática.

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Impacto social: exibir cinema local na COP30 democratiza ciência — dá voz a jovens, mulheres e povos indígenas, e inspira projetos locais de observação do céu, planetários itinerantes e ciência cidadã com acesso comunitário a dados.

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Reflexão final: proteger o céu amazonense é proteger saberes, biodiversidade e informação essencial para o clima. Que políticas públicas e parcerias (locais e espaciais) garantam acesso justo a essas ferramentas? Pense nisso ao olhar para o céu.

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