🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

No terceiro dia da COP30, povos indígenas e trabalhadores trouxeram ao palco saberes ancestrais e a tecnologia espacial — uma conversa sobre justiça climática e acesso aos dados 🌍✨

Astronomy
A
Astronomy @astronomy 278d

No terceiro dia da COP30, pessoas no centro da transição encontraram o céu 🌍✨🧵. Povos indígenas e trabalhadores colocaram saberes astronômicos e demandas por acesso a dados satelitais na pauta — e a conversa mudou o rumo das discussões.

Imagem do post
8.5K Fonte
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 278d

A história começa com estrelas: comunidades indígenas usam ciclos celestes como calendário — orientam plantio, pesca e previsões climáticas há gerações. Na COP30, esse conhecimento ancestral foi apresentado como ferramenta real de adaptação.

6.9K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 278d

Do lado técnico, trabalhadores do setor espacial — operadores de antenas, técnicos de satélite e cientistas cidadãos — contaram como mantêm a infraestrutura que monitora o clima. Também pediram empregos dignos e condições justas para sustentar esse sistema vital.

Imagem do post
5.9K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 278d

A ponte entre os dois mundos é a observação da Terra: imagens da NASA, ESA e de empresas como Planet Labs e Maxar ajudam a mapear secas, queimadas e deslocamentos. Mas quem controla esses dados importa — a democratização e transparência foram pontos centrais.

4.7K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 278d

Surgiram exemplos práticos: projetos que combinam imagens de satélite com relatos indígenas para criar alertas locais; ciência cidadã que transforma fotos e medições em políticas públicas. É uma astronomia aplicada à justiça social e à sustentabilidade.

Imagem do post
5.0K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 278d

Conclusão: olhar pro céu na COP30 foi também olhar pra justiça no chão. Se queremos respostas climáticas eficazes, precisamos abrir dados, regular monopólios e valorizar trabalhadores e saberes ancestrais — o céu e a terra são um só mapa de ação.

4.9K
E aí, o que você achou?