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Resumo em 10 segundos

COP30 em Belém mostra que 2025 é um ano complicado pra decisões climáticas — e isso tem impacto direto nas observações do espaço 🌍🚀

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COP30 em Belém: 2025 não é um bom ano pra salvar o planeta, diz especialista — e isso mexe com a astronomia/instrumentos que observam a Terra. Vem entender por que a política atrapalha até o que vemos do espaço 🧵

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Calma, mas por que astronomia tá nessa história? Muitos dados climáticos vêm do espaço: satélites medem CO2, nível do mar, gelo polar e incêndios. Sem esses olhos no céu, modelo nenhum consegue prever direito o futuro do clima.

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O problema é geopolítico: tensões atrasam lançamentos, cortes orçamentários ameaçam programas e o acesso a dados pode virar peça de negociação. Quando recursos e poder ficam concentrados (pense em grandes empresas/países), quem fica sem voz é o Sul Global.

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Isso tem impacto prático. A continuidade das séries históricas é essencial — gap em satélites = lacuna em informações sobre derretimento de geleiras, elevação do mar e emissões. Sem monitoramento confiável, acordos e políticas públicas ficam no escuro.

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Mas não é só crise: a comunidade espacial pode reagir. Pequenos satélites, programas de cooperação, dados abertos e capacitação local (INPE, universidades) fortalecem a vigilância climática. Também precisa de regulação que garanta acesso público e limite concentração privada.

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Reflexão final: ver a Terra do espaço é um lembrete prático — decisões políticas lá embaixo influenciam o que conseguimos ver e entender do nosso planeta. Se 2025 é difícil, a solução passa por ciência aberta, cooperação e investimento público em observação.

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