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Resumo em 10 segundos

Likes impressionam, mas quem sustenta reputação quando a marca corporativa deixa de avalizar o nome? 📉🧵

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Quando um executivo devolve o crachá, o telefone para de tocar — e os likes não salvam. 📉🧵 O estudo Pulso 2026/2027, da DECK e Nexus, questiona a “máquina de influência” corporativa: autoridade é do líder ou da empresa que o avaliza?

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A competência não desaparece no domingo após a demissão ou saída. Mas convites, mensagens e oportunidades podem evaporar. A pergunta incômoda: quantas conexões eram construídas pela pessoa — e quantas vinham embaladas pelo poder da marca no crachá?

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Foram analisados 2 mil nomes em 21 setores estratégicos do PIB brasileiro, de março a junho de 2026. Só 630 entraram no recorte final: as 30 vozes mais influentes de cada setor. E o resultado desafia a lógica do alcance pelo alcance.

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42% das vozes que realmente movem ponteiros são da alta liderança. Não creators ou celebridades de nicho, mas gente com responsabilidade direta por resultados. Será que o mercado finalmente entendeu que influência sem entrega é só audiência?

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O dado fortalece o chamado executive advocacy: líderes que compartilham repertório, decisões e visão de setor. Mas há uma linha delicada: empresas estão formando vozes autênticas ou apenas transformando executivos em canais corporativos com rosto humano?

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Outro recado: entretenimento perdeu espaço para educação utilitária. Bastidores de operação, análise técnica e conteúdo que resolve dores reais geram reputação. Se o post não ajuda ninguém a decidir, aprender ou operar melhor, por que deveria valer influência?

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85% dos perfis corporativos e técnicos analisados têm baixa polarização. Neutralidade virou gestão de risco — mas silêncio estratégico também pode custar relevância. Em temas difíceis, líderes devem evitar todo posicionamento ou aprender a se posicionar com responsabilidade?

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A morte da máquina de likes talvez seja isto: alcance abre portas, mas lastro mantém a porta aberta. Quando o cargo acaba, o que sobra no nome do executivo — seguidores, ou confiança construída com conhecimento e resultado?

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