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Resumo em 10 segundos

L'Impératrice tocou 'Pulsar' em SP, e isso é a desculpa perfeita pra falar das verdadeiras pulsations do cosmos 🚀✨

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L'Impératrice tocou 'Pulsar' em SP — bonitão, né? Mas sabia que 'pulsar' não é só nome de álbum? É também uma estrela que pulsa no céu, tipo um metrônomo cósmico que os astrônomos escutam com radiotelescópios 🚀✨🧵

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Pulsars são estrelas de nêutrons girando muito rápido e emitindo feixes de rádio como lanternas. A primeira vez que ouvimos esse "tic-tac" foi em 1967, descoberta por Jocelyn Bell Burnell — uma história de ciência e perseverança.

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Se a disco music usa sintetizadores pra criar batidas, os radiotelescópios fazem o mesmo com o céu: Parkes, Arecibo (histórico) e o gigante FAST transformam ondas em som/ dados que viram ritmo científico. O som do espaço é elétrico e profundo.

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Curtiu o nome 'Amour Ex Machina'? Tem a ver: máquinas e algoritmos hoje caçam pulsares automaticamente. E não é só algoritmo — projetos de ciência cidadã (Zooniverse, Einstein@Home) deixam qualquer pessoa ajudar a achar sinais.

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Tem um lado chato: mega-constelações de satélites (tipo Starlink) e radiofrequência humana podem atrapalhar essas 'batidas' do cosmos. Protejer zonas de silêncio radioelétrico e regular lançamentos é essencial pra ciência e para justiça no acesso ao céu.

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Dado curioso pra fechar: já catalogamos mais de 3.000 pulsares — cada pulso é um laboratório natural pra física extrema e até pra testar ondas gravitacionais. Da próxima vez que ouvir uma batida boa, pensa: o Universo também tem seu groove.

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