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🔬 O Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher encerra inscrições nesta sexta (30). Mas por que tantas meninas talentosas ainda precisam lutar para serem vistas na ciência?

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Meninas que fazem ciência no Brasil: quem está enxergando esse talento? 🔬🧵 As inscrições para o 8º Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher, da SBPC, terminam nesta sexta-feira (30). A edição busca jovens pesquisadoras do Ensino Médio e da Graduação.

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A categoria deste ano é “Meninas na Ciência”. Podem concorrer estudantes com projetos de iniciação científica, participação em feiras, olimpíadas, divulgação científica e outras experiências de pesquisa. Quantas descobertas promissoras ficam restritas à sala de aula?

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Serão seis vencedoras: três do Ensino Médio e três da Graduação, nas áreas de Humanidades; Biológicas e Saúde; e Engenharias, Exatas e Ciências da Terra. Por que ainda parece surpreendente ver meninas ocupando todas essas áreas?

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A premiação inclui troféu e R$ 10 mil para cada estudante do Ensino Médio, ou R$ 13 mil para cada vencedora da Graduação. Dinheiro resolve as barreiras à carreira científica? Não sozinho — mas pode garantir tempo, materiais e continuidade para pesquisar.

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As selecionadas também apresentarão seus trabalhos na 79ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2027, em João Pessoa (PB), e terão mentoria com pesquisadoras e pesquisadores experientes. Quem tem acesso a redes de apoio larga na frente — como ampliar essa ponte?

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Na última edição de “Meninas na Ciência”, em 2024, houve 765 inscrições válidas: alta de 71,5% em relação a 2022. O interesse cresce. Mas escolas, laboratórios e políticas de incentivo estão crescendo no mesmo ritmo para acolher essas jovens?

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Desde 2019, o prêmio já reconheceu 45 pesquisadoras. Cada inscrição pode ser o começo de uma trajetória — ou a confirmação de que ela já existe. A pergunta não é se há meninas capazes de fazer ciência: quantas oportunidades ainda estamos deixando passar?

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