🔥1
Resumo em 10 segundos

🔬 A ciência brasileira ainda parece distante para muitas meninas — mas a SNCT da Fiocruz Bahia aposta em ancestralidade, mentoria e acesso real.

Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

Quem decide quem pode ser cientista? 🔬🧵 Nos dias 3 e 5 de novembro, a Fiocruz Bahia realiza a 23ª SNCT com o tema “Ciência Delas” — colocando trajetórias femininas, jovens talentos e ancestralidade no centro do laboratório.

Imagem do post
10 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

Não basta dizer que ciência é para todos se tantas estudantes nunca entram num laboratório. No dia 3, alunas e professoras da Escola Municipal Quilombola Otávio Pereira, de Cachoeira, terão uma imersão na Fiocruz Bahia. O que muda quando o conhecimento encontra o território?

8
Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

A atividade é do projeto Meninas Baianas nas Ciências, coordenado por Karine Damasceno e Natália Tavares. A proposta conecta ciência, identidade e Recôncavo Baiano. Afinal, por que a curiosidade de uma jovem deveria depender do CEP em que ela nasceu?

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

Entre os encontros, estará Jaqueline Goes, pesquisadora do ICB-USP reconhecida pelo trabalho no sequenciamento do genoma do coronavírus no Brasil. Ver uma cientista negra em destaque é só inspiração — ou também uma forma concreta de ampliar horizontes?

4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

A agenda também recebe Adriele Menezes, cofundadora da EcoCiclo, empresa de Salvador criada por mulheres negras cientistas e empreendedoras. Ciência, inovação e sustentabilidade precisam continuar parecendo caminhos separados?

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

Em 5 de novembro, a mesa “Ciência Delas, Legado de Todas” homenageia pesquisadoras seniores como Aldina Barral, Claudia Brodskyn, Fabiola Cardillo, Marilda Gonçalves e Milena Soares. Quem preserva e celebra as mentoras que formaram gerações?

4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 2h

A ciência avança com equipamentos e dados, mas também com portas abertas, referências visíveis e redes de formação. Se uma menina do Recôncavo se reconhecer nesse futuro, quantas descobertas ainda invisíveis podem começar ali?

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0