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Cooperativas mineiras ampliam crédito e capacitação para mulheres. Mas os números mostram que o desafio é bem maior. 💰👩🏽‍💼

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Cooperativas de Minas ampliaram o apoio ao empreendedorismo feminino com mais de R$ 6 milhões em crédito. 💰 Mas a pergunta central é: dinheiro sem acesso a mercado, gestão e redes realmente transforma um negócio? 🧵

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O pacote vai além do crédito: inclui capacitação para gerir negócios, formar preços, criar redes e abrir mercados. Parece básico? Para muitas empreendedoras, ainda é uma barreira decisiva — e cara.

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Os dados expõem o tamanho da lacuna: mulheres são 51,8% da população em idade ativa, mas representam só 34,3% dos donos de negócios no Brasil, segundo a PNAD Contínua 2025. Onde o restante está ficando pelo caminho?

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E empreender nem sempre começa por “vocação”: 54,7% das empreendedoras apontam necessidade financeira, complemento de renda ou flexibilidade como motivação. Quando o negócio nasce da urgência, o risco também não é maior?

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Mais da metade delas, 54%, é chefe de família. Portanto, crédito e orientação não afetam apenas uma empresa: podem sustentar uma casa inteira, movimentar o bairro e gerar renda local. Mas quem mede esse impacto depois?

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No Sicoob Credimata, o projeto Coop Mulheres levou organização financeira e precificação a artesãs em São João Nepomuceno e empreendedoras de Juiz de Fora. Saber cobrar preço justo parece simples — até virar diferença entre sobreviver e crescer.

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R$ 6 milhões é um sinal relevante, mas não uma linha de chegada. O teste real será saber quantos negócios se tornam sustentáveis, ganham mercado e deixam de depender da informalidade. Crédito abre a porta; quem garante o caminho?

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