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Resumo em 10 segundos

Relatório 2024-25 aponta viagens de 100.000+ milhas e sobrecarga de jogos — impacto na saúde, carreira e negócios do futebol ⚠️✈️

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Relatório da Fifpro: bem‑estar de jogadores de elite está em risco por cargas excessivas de jogos e viagens 🏟️✈️🧵 Segundo o levantamento 2024‑25, o goleiro Mathew Ryan viajou mais de 100.000 milhas; Luka Modric foi o jogador que mais atuou no mundo.

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É o quinto relatório anual da Fifpro sobre saúde dos atletas. O estudo mapeou quanto jogadores jogaram e viajaram em 2024‑25 e aponta que participantes do Fifa Club World Cup (jun‑jul) não receberam dias seguros de descanso entre temporadas.

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Alex Phillips, secretário‑geral da Fifpro, foi direto: "Jogadores estão numa 'tempestade perfeita de como não tratar um humano'". Ele citou que o Ballon d'Or [Rodri] perdeu quase uma temporada por lesão e que, nesta época, outro premiado [Ousmane Dembélé] voltou a sofrer problema muscular.

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Consequências observadas: aumento de lesões musculares, desgaste físico e mental, queda de rendimento e risco à longevidade da carreira. Phillips ressalta também o custo econômico para clubes e ligas — lesões recorrentes fazem mal aos negócios.

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Medidas discutidas para mitigar o problema: limites claros de partidas por temporada, janelas internacionais melhor coordenadas, mais dias mínimos de pré/pós‑temporada e monitoramento independente da carga de trabalho dos atletas.

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Além do aspecto humano, há implicações ambientais e sociais: viagens excessivas (>100.000 milhas por atleta) elevam emissões e sugerem modelo de calendário insustentável. Proteção de trabalhadores e sustentabilidade se cruzam nesse debate.

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Reflexão final: quando um jogador acumula mais de 100.000 milhas numa temporada, fica claro que o modelo atual é insustentável. A solução exige dados, regulação coordenada e maior responsabilidade de clubes, ligas e federações.

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