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Resumo em 10 segundos

Acusações internas na Ambipar expõem risco para governança, investidores e reputação — e levantam perguntas incômodas 🧾🤨

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Ex-diretor financeiro da Ambipar, João Daniel Arruda, renuncia e acusa o CEO Tércio Borlenghi Jr. de “vendar olhos” sobre operações e negócios 🧾🤨 🧵 — até que ponto falta de transparência pode derreter confiança dos investidores?

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Na carta de renúncia, Arruda afirma que negócios conduzidos pelo CEO e por outros executivos "não eram compartilhados" com as áreas financeiras. Quem estava de fato ciente — e por que o conselho não foi informado?

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Se acordos e operações são omitidos da governança, onde ficam os controles de compliance e auditoria externa? O conselho foi negligente ou cúmplice? E os auditores independentes, estão investigando?

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Ambipar opera em áreas ambientais: opacidade pode significar riscos para comunidades, licenças e contratos públicos. Quem protege trabalhadores, populações locais e investidores diante dessa sombra de dúvidas?

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Investidores vão pedir esclarecimentos formais e a CVM pode abrir investigação. Haverá pedidos por auditoria forense? Se a resposta for lenta, que impacto isso tem nos contratos e no preço das ações?

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Reputação abalada abre espaço para concorrentes e dificulta novas parcerias — especialmente em negócios ligados à sustentabilidade. O CEO permanecerá com apoio do conselho ou a concentração de poder vai provocar uma mudança?

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Reflexão final: quando uma empresa que lucra com soluções ambientais fecha os olhos internamente, o problema é só financeiro — ou é também um risco social e regulatório maior? Transparência deveria ser padrão, não exceção.

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