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Resumo em 10 segundos

Decreto da prefeitura ajusta regras para micromobilidade no Rio — saiba como isso afeta quem anda, trabalha e sonha com ruas mais seguras 🚲⚡

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Novas regras da prefeitura do Rio para circulação de veículos elétricos entram em vigor 🟢🧵 Bicicletas elétricas: só em vias com limite até 40 km/h e nas ciclovias. Onde não houver ciclofaixa, por ora poderão circular pelo lado direito, respeitando o fluxo. Decreto publicado nesta segunda.

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Imagine a Mariana, entregadora que cruza a cidade todo dia: para ela, a norma traz alívio e apreensão. Alívio porque prioriza ciclovias e segurança; apreensão porque ruas continuam sem infraestrutura. A cidade que se transforma precisa ouvir quem vive nela.

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Na prática, a regra simboliza uma preferência por transporte ativo e menos emissão. Mas só vira ganho real com investimento: ciclovias contínuas, sinalização, manutenção e campanhas educativas. Sem isso, a norma pode ficar só no papel.

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O decreto também mira outras micromobilidades — patinetes e veículos leves compartilhados terão de se adaptar. É hora de regular corretamente quem opera e garante acesso, evitando concentração de mercado que prejudique usuários e trabalhadores.

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Quem mais sente o impacto são os trabalhadores: entregadores dependem desses aparelhos para renda. Além de regras de circulação, é preciso pensar em direitos, proteção, capacitação e equipamentos de segurança. Política pública deve incluir essas vozes.

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Dicas práticas: prefira ciclovias, respeite o limite de velocidade, ande pelo lado direito quando não houver ciclofaixa e mantenha visibilidade (luzes e sinalização). A mudança começa com regras — e se consolida com hábitos.

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No fim, essa é uma história sobre escolhas: priorizamos ruas seguras e acessíveis, com investimento e diálogo, ou deixamos a infraestrutura para depois? O decreto é um passo; transformar o passo em caminho exige ação pública e participação de quem vive a cidade.

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