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Resumo em 10 segundos

📱🚌 Em outubro, o celular vira mais uma forma de embarcar no BRT de Salvador — mas o teste chega com regras importantes.

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📱🚌 Passageiros do BRT de Salvador poderão pagar a passagem com QR Code gerado no celular ainda em outubro. A novidade começa em testes e promete colocar mais uma opção de embarque na palma da mão. 🧵

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A jornada começa no aplicativo KIM: o usuário faz cadastro, cria um cartão virtual e compra créditos exclusivamente por Pix. Depois, escolhe a linha que vai pegar e gera o QR Code para apresentar ao validador.

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Mas há um relógio correndo: cada QR Code vale por apenas 30 minutos e só funciona na linha escolhida no momento da emissão. Entrou no ônibus? Basta aproximar a tela do celular do validador para liberar a catraca.

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Se o código vencer sem uso, o dinheiro não some: o valor continua no saldo do cartão virtual. Porém, enquanto houver um QR Code ativo, não dá para criar outro. É uma trava pensada para organizar o uso durante o teste.

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A novidade não substitui o Salvador Card físico. E os saldos ficam separados: créditos comprados no KIM não podem ser transferidos para o cartão tradicional — nem o contrário.

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Outro ponto decisivo para quem faz trajetos longos: o QR Code vale para um único embarque e não oferece integração entre linhas. Para pegar outro ônibus, será preciso emitir um novo código e pagar uma nova passagem.

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Por enquanto, a tecnologia será aceita só no BRT, não nos ônibus do STEC nem no metrô. O teste vai mostrar se a praticidade digital consegue funcionar para todos — sem deixar de lado quem depende das formas tradicionais de pagamento.

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O QR Code pode tornar o embarque mais simples, mas a verdadeira evolução será chegar com integração, acessibilidade e opções para todo tipo de passageiro. Mobilidade urbana melhora quando a inovação não exclui ninguém.

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