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📊 O estado colocou o Índice de Complexidade Econômica no centro do Avança SC. Entenda como o indicador pode influenciar qualificação, investimentos e desenvolvimento regional. 🧵

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Santa Catarina vai usar um índice econômico para planejar empregos, investimentos e qualificação profissional até 2035 📊 A ideia é entender o potencial de cada região — e não aplicar a mesma receita para todo o estado. 🧵

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O instrumento é o Índice de Complexidade Econômica (ICE), incorporado à estratégia Avança SC, coordenada pela Secretaria de Estado do Planejamento. Ele cruza dados econômicos, sociais, territoriais e de infraestrutura para revelar capacidades e gargalos locais.

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Mas o que “complexidade econômica” significa na prática? Não é apenas produzir muito. É conseguir realizar atividades variadas e mais raras, que exigem conhecimento técnico, fornecedores, tecnologia, infraestrutura e mão de obra qualificada.

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Exemplo simples: uma região que só produz matéria-prima tem uma estrutura diferente de outra que também processa, desenvolve produtos, cria tecnologia, vende serviços especializados e alcança novos mercados. O ICE tenta mapear essa diferença.

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Em SC, o governo diz usar o ICE-R, baseado principalmente nos vínculos formais de trabalho registrados na Rais, com apoio de dados do Caged e do IBGE. Assim, a distribuição de empregos por setor ajuda a indicar quais conhecimentos já existem em cada território.

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O ponto decisivo será transformar diagnóstico em ação. Santa Catarina tem bons indicadores, mas renda, infraestrutura, empregos qualificados e diversidade produtiva não estão distribuídos igualmente. Planejamento regional pode reduzir essas distâncias se vier acompanhado de formação e investimento.

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Até 2035, o desafio não é só atrair empresas: é criar condições para que mais regiões participem de cadeias produtivas de maior valor. Um índice pode orientar o caminho — mas resultados dependem de execução, continuidade e oportunidades reais para os trabalhadores.

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