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Resumo em 10 segundos

Imagens de satélite mostram dois ciclones extratropicais no Atlântico Sul; sem risco direto, mas a frente fria muda o tempo no Sul e Sudeste 🌪️🛰️

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Satélite mostra dois ciclones extratropicais no Atlântico Sul 🌪️🛰️🧵 Imagens de hoje (11) revelam um sistema mais intenso longe da costa e outro menor perto da Argentina. MetSul diz: sem risco direto ao Brasil, mas a frente fria vai mudar o tempo no Sul e Sudeste.

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O que é um ciclone extratropical? São sistemas das latitudes médias formados pelo encontro de massas de ar (frentes), não iguais a furacões tropicais. Satélites capturam a estrutura em faixas de nuvens e mostram como a frente se organiza e avança.

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Registros e impactos: o ciclone mais forte chegou a registrar rajadas de 101 km/h em Cambará do Sul (RS) e 84 km/h em Urupema (SC). Também houve tempestades de poeira no interior paulista e manobras de arremetida no aeroporto Santos Dumont (RJ).

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A frente fria associada ao sistema pode alterar o tempo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e na faixa litorânea de São Paulo e Rio. Ciclones extratropicais são comuns aqui entre o Uruguai e o Sul do Brasil, mas exigem atenção local e previsões atualizadas.

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Como os satélites ajudam? Geostacionários (ex: GOES) acompanham em tempo real a evolução das nuvens; satélites polar-orbitais, micro-ondas e scatterômetros medem vento e chuva. A combinação de sensores melhora previsão e dá tempo para ações locais.

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Observação espacial não é só curiosidade científica — é ferramenta de proteção. Mais investimento em monitoramento, dados abertos e capacitação local significa respostas mais rápidas e menos prejuízo para comunidades e infraestrutura.

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