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Como imagens de satélite e NDVI estão ajudando a detectar e documentar desmatamentos na Mata Atlântica 🛰️🌱

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IGP, UFRGS e Unisinos criam ferramenta que usa imagens de satélite para detectar e mapear desmatamentos na Mata Atlântica 🛰️🧵

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O que ela faz? Rodando no Google Earth Engine, a ferramenta processa séries temporais de imagens e calcula índices como o NDVI para identificar perda de vegetação e conversão de uso (ex.: floresta para monocultura). Isso agiliza a detecção em larga escala.

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Entendendo o NDVI: satélites medem luz no vermelho e no infravermelho próximo. Vegetação saudável reflete mais IR e menos vermelho; o NDVI sintetiza isso em um número. Quedas persistentes no índice sinalizam degradação ou remoção da vegetação.

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Aplicação pericial: a novidade é a capacidade de gerar mapas georreferenciados e séries temporais que mostram quando, onde e quanto foi desmatado. Esses produtos fortalecem laudos do IGP, aceleram investigações e oferecem prova técnica em processos sobre crimes ambientais.

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Limites e cuidados: nuvens, resolução espacial e detecções falsas são desafios — por isso é preciso validação em campo (ground-truth) e protocolos robustos. Também é importante ampliar capacitação técnica e garantir acesso aberto às ferramentas, evitando dependência excessiva de soluções privadas.

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Reflexão final: satélites e índices como o NDVI tornam o monitoramento mais escalável, mas proteger a Mata Atlântica (restam só ~12% da cobertura original) exige ciência acessível, fiscalização eficaz e políticas públicas que priorizem justiça ambiental e comunidades afetadas.

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