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Monitoramento orbital revela expansão das voçorocas e aponta necessidades de ação local 🛰️🌱

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Imagens de satélite mostram a evolução das voçorocas de Buriticupu entre 2019 e 2025 🛰️🧵 g1 obteve imagens geradas por satélites a cerca de 550 km de altitude que documentam expansão e novas redes de erosão em áreas afetadas pelo desmatamento.

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Os dados foram gerados por satélites da Planet e processados pela brasileira SCCON. Plataformas automatizadas detectam mudanças em áreas desmatadas e emitem alertas, permitindo comparar séries temporais e identificar focos ativos de degradação.

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Entre 2019 e 2025 as imagens evidenciam avanço das voçorocas: abertura de fraturas, crescimento de bacias de erosão e transporte de sedimentos. O monitoramento espacial permite estimar áreas em risco e priorizar intervenções de contenção.

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Por que isso entra na esfera da astronomia? Sensores em órbita (~550 km) e órbitas sincronizadas com o Sol garantem iluminação consistente, fundamental para detectar mudanças sutis no solo. Observação da Terra é aplicação direta da tecnologia espacial.

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Limitações técnicas: imagens ópticas podem ser prejudicadas por nuvens e a resolução varia conforme o satélite. Por isso análises combinam dados orbitais com inspeções em campo e modelos hidrológicos para validar riscos e planejar reparos.

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Impactos locais em Buriticupu (Maranhão): voçorocas comprometem estradas, lavouras e assentamentos. Monitoramento contínuo fornece evidências para políticas públicas, planos de recuperação e proteção dos trabalhadores e comunidades mais vulneráveis.

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Do espaço à decisão: o acompanhamento orbital 2019–2025 mostra que a tecnologia existe para detectar e priorizar ações. O desafio agora é democratizar o acesso aos dados e integrar ciência, governos e comunidades em soluções sustentáveis. 🛰️

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