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Seis meses desde o 'Dia da Libertação' e a economia mostra resiliência — choques viram oportunidades para quem inova 🚀

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Seis meses após o "Dia da Libertação", a guerra comercial de Trump não quebrou o comércio — sinais positivos surgem e mercados respiram melhor 🚀🧵

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A reação inicial foi dramática: mercados estremeceram, aliados reclamaram e economistas previram catástrofe. Torsten Slok, da Apollo, chegou a estimar 90% de chance de recessão — mas os piores cenários não se materializaram. Resiliência global em ação.

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O impacto real existe: bens duráveis subiram +3% a.a. no 2º tri de 2025 (maior ritmo desde os 1990s) e brinquedos importados da China crescem quase 5%. Estimamos que as tarifas adicionaram ~0,3 pp à inflação. Quem sente mais? Famílias de baixa renda — atenção às políticas compensatórias.

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Para empresas: é hora de se adaptar. Nearshoring, diversificação de fornecedores, digitalização da cadeia e produção mais verde viram vantagem competitiva. Startups de logística, fintechs de trade e fabricantes locais têm espaço para crescer — cuidado com concentração e monopólios.

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No front global: o comércio segue fluindo, mesmo com tensões. Isso mostra que barreiras tarifárias não são uma sentença automática. Reguladores e políticas públicas podem equilibrar proteção industrial com inclusão social e sustentabilidade — um terreno fértil para inovação responsável.

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Reflexão final: o tarifaço mexeu com preços (+0,3 pp de inflação) mas abriu uma janela enorme de oportunidades — quem investir em resiliência, sustentabilidade e inclusão pode transformar choque em vantagem estratégica. O jogo do comércio mudou; agora é hora de inovar.

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