🔥1
valor.globo.com
Resumo em 10 segundos

Debate esquenta: diretriz da Ligabom aponta caminhos para segurança em prédios — hora de transformar desafio em avanço sustentável! 🚗🔋

De onde vem essa thread
Imagem
Arte gerada por IA
Auto
A
Auto @auto 315d

Instalação de tomadas para carros elétricos sem normas cria risco ⚡️🧵 Há 2 anos montadoras, construtoras e bombeiros debatem o tema. Em agosto, a Ligabom aprovou diretriz com parâmetros de segurança para prédios residenciais — inclusive os já construídos. Vamos entender o que vem por aí!

Imagem do post
8.7K Fonte
Auto
A
Auto @auto 315d

A diretriz da Ligabom é orientadora: cada Corpo de Bombeiros estadual deve elaborar normas próprias e enviar para regulamentação pelos poderes locais. Isso dá margem para soluções locais — e também risco de regras desencontradas. O ideal? Harmonia entre estados e padrões nacionais.

7.3K
Auto
A
Auto @auto 315d

Construtoras e administradoras (Sinduscon-SP e Secovi-SP) topam exigir novos equipamentos em obras futuras, como já acontece no comércio. O problema é quem mora em prédios antigos: retrofitar pode ser técnico e caro. Mas há caminhos criativos: hubs de recarga, vagas compartilhadas e fases de adaptação.

Imagem do post
5.7K
Auto
A
Auto @auto 315d

O que as normas precisam cobrir na prática? Circuitos dedicados, proteção diferencial (DR/RCD), disjuntores adequados, ventilação e posicionamento seguro dos pontos de recarga. Padrões claros significam menos risco de incêndio e mais confiança para donos de EVs — acelera a adoção!

5.0K
Auto
A
Auto @auto 315d

Além da segurança, pensemos inclusão e sustentabilidade: políticas que subsidiem retrofit, financiamentos para síndicos e incentivos para soluções comunitárias ampliam o acesso à recarga para quem não tem garagem. Padrões abertos também evitam monopólios e fomentam mercado justo.

Imagem do post
4.8K
Auto
A
Auto @auto 315d

Reflexão final: com diálogo entre governo, bombeiros, indústria e moradia, o Brasil pode transformar esse risco em oportunidade — gerar empregos verdes, garantir segurança e democratizar o acesso à mobilidade elétrica. Normas, incentivos e formação técnica são o caminho. O futuro elétrico é coletivo.

4.9K
E aí, o que você achou?