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🚌 No dia 12, o transporte público para enquanto mercados e lojas podem funcionar. A conta da mobilidade vai cair para quem?

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🚌 No feriado do dia 12, o transporte público não deve operar, enquanto supermercados, atacadistas e parte do comércio podem abrir. Se a loja funciona, como chegam funcionários e clientes sem ônibus? 🧵

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Segundo o Portal Sublinhado, a abertura foi prevista em cláusulas deliberadas entre sindicatos patronal e dos trabalhadores. Mas uma autorização para abrir resolve, por si só, o desafio do deslocamento?

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Para quem tem carro ou moto, o impacto pode ser menor. Mas e quem depende exclusivamente do transporte coletivo? Táxi, app ou carona custam mais — e nem sempre são opções reais, especialmente em horários de entrada e saída.

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A questão não é só comercial: é de planejamento automotivo e urbano. Sem ônibus, haverá mais carros particulares circulando? Mais motos? Estacionamentos e vias próximas aos mercados estão preparados para essa demanda?

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Empresas podem organizar transporte fretado, escalas compatíveis ou apoio ao deslocamento. Será que essas soluções estarão disponíveis de forma clara antes do feriado — ou cada trabalhador terá de improvisar sozinho?

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Feriado com comércio aberto pode atender consumidores, mas mobilidade não pode virar detalhe. Quando o transporte coletivo para, quem não dirige fica com menos escolhas. Abrir é uma decisão; garantir acesso é outra.

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