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Resumo em 10 segundos

🌱 Um estudo calcula o tamanho do prejuízo sem manejo nas lavouras de soja. Mas proteger a produção também exige equilíbrio ambiental e sanitário.

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A soja brasileira poderia perder até 55% da produtividade sem proteção contra pragas, doenças e ervas daninhas 🌱💸 O impacto iria da renda no campo ao preço de óleo, leite e ovos. Olha o tamanho dessa conta 🧵

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Em simulações da UFV com a CropLife Brasil, o cenário de controle ótimo chegou a 72 sacas por hectare. Com controle parcial, foram 52. Sem manejo algum: só 32 sacas. Não é uma diferença pequena — é praticamente cortar a colheita pela metade.

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A perda média sem controle seria de 121,3 milhões de toneladas, avaliadas em R$ 223,5 bilhões. Para compensar isso só abrindo novas áreas, seriam necessários 33,5 milhões de hectares: quase o tamanho de Goiás.

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Também pesa no comércio exterior: a receita simulada das exportações cairia de US$ 44,2 bilhões, com controle ótimo, para US$ 26,6 bilhões sem controle. Diferença de US$ 17,6 bilhões em uma safra.

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Mas tem um ponto importante: proteção não pode virar sinônimo automático de mais químicos. O Ipea aponta que soja, milho e cana respondem por 76% do consumo de agrotóxicos no Brasil — e parte dessas substâncias traz riscos ambientais e à saúde.

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A discussão de negócio, então, é menos “proteger ou não proteger” e mais como proteger melhor: manejo integrado, monitoramento, variedades resistentes, assistência técnica e regras eficientes. Produzir muito sem transferir custos para a saúde e o ambiente é o desafio real.

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E aí, o que você achou?

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