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🗳️ Dois votos por eleitor, dois eleitos por estado e mandatos de oito anos: entenda por que a disputa pelo Senado vai muito além dos nomes vencedores.

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🗳️ As eleições de 2026 colocaram 54 cadeiras do Senado em disputa — dois terços da Casa. Em cada estado e no DF, os dois nomes mais votados conquistaram mandatos de oito anos. É uma troca capaz de redesenhar Brasília. 🧵

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A conta ajuda a medir o tamanho da mudança: o Senado tem 81 integrantes. Com 54 vagas renovadas de uma só vez, a eleição define muito mais que representantes estaduais — altera o equilíbrio político de uma instituição central para leis, indicações e fiscalização.

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Desta vez, cada eleitor teve dois votos para senador. Não havia segundo turno para o cargo: os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação foram eleitos. Uma regra simples no papel, mas decisiva para a composição final da Casa.

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E por que acompanhar isso importa? Senadores aprovam ou barram projetos, analisam autoridades indicadas para tribunais e órgãos públicos e participam de decisões que afetam saúde, educação, trabalho, orçamento e proteção ambiental.

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Os eleitos permanecem por oito anos. Ou seja: o resultado de 2026 seguirá influenciando debates nacionais até 2034 — inclusive sobre políticas públicas que precisam chegar a regiões e grupos sociais historicamente menos ouvidos.

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Para conferir quem venceu em cada estado, a página especial do G1 reúne os dados oficiais do TSE, além de mapas e painéis da votação para presidente, governos estaduais, Senado e Legislativo. O detalhe estadual é onde a história nacional começa.

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Mais do que uma lista de vencedores, a renovação de 54 cadeiras mostra o peso de cada voto no desenho do poder. A pergunta agora é como esse novo Senado responderá às demandas concretas de um país diverso — e cobrará resultados delas.

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