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Resumo em 10 segundos

Benedita da Silva aparece à frente e Crivella em segundo, mas a eleição para duas cadeiras embaralha os cálculos. 📊🧵

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Benedita da Silva (PT) lidera a corrida ao Senado pelo Rio com 29,6%, seguida por Marcelo Crivella (Republicanos), com 21%. Mas há duas vagas em jogo — e isso torna a disputa bem menos simples do que um ranking sugere. 📊🧵

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Na sequência vêm Pedro Paulo (PSD), com 16,4%; Carlos Jordy (PL), 11,9%; Carlos Portinho (PL), 10,6%; e Waguinho (Republicanos), 9,2%. Com margem de erro de 2,5 pontos, a distância entre vários nomes ainda comporta mudanças relevantes.

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O ponto central: cada eleitor poderá escolher até DOIS candidatos. Por isso, os percentuais não funcionam como uma eleição de vaga única — e podem somar mais de 100%. Alianças, rejeição e voto estratégico tendem a pesar muito até a urna.

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Benedita parte de uma posição forte e simbólica: sua presença no Senado ampliaria a representação de mulheres negras em um espaço historicamente marcado por baixa diversidade. Liderar pesquisa, porém, não substitui campanha territorial e mobilização eleitoral.

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Também chama atenção o tamanho do eleitorado ainda fora de escolhas definidas: 13,2% disseram votar branco, nulo ou em ninguém; 9,2% não souberam responder. São mais de 22% sem um nome declarado — um campo decisivo numa corrida apertada.

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O levantamento ouviu 1.600 eleitores em 58 municípios entre 22 e 24 de agosto, com 95% de confiança, e está registrado no TSE sob o protocolo RJ-02422/2026. Pesquisa mostra retrato do momento, não resultado antecipado.

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A disputa do Rio vai além de quem chega em 1º: duas cadeiras definem quais vozes terão peso em leis, orçamento e fiscalização nacional. A pergunta real é se a campanha vai debater segurança, desigualdade, trabalho, clima e serviços públicos — ou apenas personalidades.

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