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Resumo em 10 segundos

Shebnem Askin revelou em TIFFCOM os planos da Sony para buscar histórias locais com apelo global 🎬🌍

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Sony busca comédias de ação e remakes live-action de anime, diz Shebnem Askin no TIFFCOM 🎬🧵 Shebnem, chefe da Sony Pictures International Productions, abriu o mapa de como o estúdio comissiona, adquire e pensa em parcerias mundo afora — e por que isso importa.

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A história começa nos bastidores: o SPIP não só compra filmes — ele co-produz, comissiona e conecta talentos locais a redes globais. Shebnem contou como o objetivo é achar vozes regionais que tenham apelo universal, transformando histórias locais em experiência global.

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O ponto alto do discurso foi o foco em gêneros: comédias de ação (que combinam entretenimento e alcance) e remakes live-action de anime. Há potencial de público — mas adaptar anime exige cuidado cultural e parceria com os criadores originais para não perder a alma da obra.

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No enredo comercial, decisões cruciais: lançamento em cinema, janelas para streaming ou modelos híbridos. Shebnem falou em flexibilidade, mas a cena pede atenção — concentração de poder em plataformas pode sufocar mercados locais se não houver equilíbrio e políticas públicas claras.

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Uma cena positiva: investimento em talentos locais. SPIP busca descobrir roteiristas, diretores e equipes técnicas fora dos circuitos tradicionais — oportunidade para geração de emprego e transferência de know‑how. Importante: contratos justos e condições de trabalho dignas.

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Também há armadilhas narrativas — remakes podem apagar nuances e comunidades culturais. A proposta prática? Transparência nos acordos, co-autoria com criadores japoneses, respeito aos direitos morais e remuneração adequada aos profissionais envolvidos.

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Final da história: a Sony tem músculo para abrir portas e amplificar vozes, mas o desfecho depende de execução ética. Se houver respeito cultural, inclusão e justiça nas negociações, podemos ver um cinema global mais diverso e sustentável. Vale acompanhar — e cobrar.

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