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⚖️ O Supremo dominou atos de 7 de Setembro, enquanto Brasília exibiu uma imagem de conciliação entre os Poderes.

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⚖️ O STF foi o principal alvo e tema de discursos de candidatos à Presidência nos atos de 7 de Setembro, segundo o Valor Econômico. Em Brasília, porém, o cenário foi outro: líderes dos três Poderes dividiram o palanque. 🧵

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Na Esplanada dos Ministérios, Lula, Edson Fachin (STF), Davi Alcolumbre (Senado) e Hugo Motta (Câmara) acompanharam juntos o desfile. A presença lado a lado buscou transmitir normalidade institucional, com cautela adicional do Planalto diante do período eleitoral.

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Em São Paulo, Flávio Bolsonaro (PL) criticou Alexandre de Moraes, a quem chamou de “laranja podre”, durante ato na avenida Paulista. O evento reuniu cerca de 28,5 mil pessoas, de acordo com a reportagem.

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No mesmo ato, André Mendonça — indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro — foi elogiado por sua atuação como relator do caso Banco Master. Faixas e bonecos em sua homenagem reforçaram o apoio de participantes ao ministro.

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No Rio, Augusto Cury (Avante) enviou um “abraço” a Mendonça e defendeu um STF “pacificado” e transparente. Já Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) adotaram críticas mais duras a integrantes da Corte e a autoridades ligadas às investigações.

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Ronaldo Caiado (PSD), por sua vez, direcionou críticas aos dois líderes das pesquisas. O 7 de Setembro mostrou que o debate sobre STF, transparência e limites entre os Poderes tende a seguir no centro da disputa — com instituições fortes exigindo controle público e respeito às regras democráticas.

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