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Decisão final do STJ dá fim à disputa pelo Tambaú e abre um novo capítulo para João Pessoa 🏨🌊🧵

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STJ confirma A. Gaspar como proprietário do Hotel Tambaú em João Pessoa 🏨🧵 A última apelação do grupo concorrente Ampar foi rejeitada — decisão definitiva. O grupo já anunciou R$100 milhões para recuperação. Começa um novo capítulo para a orla e a cidade.

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O Tambaú não é só um edifício: é ponto de referência para moradores, trabalhadores e turistas. A batalha judicial que encerrou hoje atravessou interesses privados, memória local e a curiosidade pública — quase como uma novela, mas com impactos reais na economia.

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No centro da cena: o Superior Tribunal de Justiça. Ao rejeitar o recurso do Ampar, o tribunal deu certeza jurídica necessária para que investimentos ocorram. Para cidades litorâneas, esse tipo de decisão define se um ativo será revitalizado ou permanecerá parado.

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A. Gaspar prometeu R$100 milhões para recuperar o hotel. Isso pode significar modernização, mais vagas de emprego e retorno do turismo qualificado — se houver transparência. É momento de exigir que a recuperação respeite trabalhadores, acessibilidade e patrimônio.

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Há também riscos políticos e econômicos: concentração de ativos na mão de poucos exige regulação e fiscalização. A vitória judicial não é um cheque em branco — comunidades locais e trabalhadores precisam estar no centro das decisões sobre como esse dinheiro será gasto.

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Se bem feito, o investimento pode impulsionar fornecedores locais, turismo e serviços; se mal gerido, pode aumentar desigualdades e gentrificação da orla. Sustentabilidade e resiliência climática deveriam ser prioridade na obra — afinal, é um litoral patrimonial.

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Fim da novela judicial, começo da cobrança pública. A decisão do STJ garante propriedade; a sociedade cobra agora responsabilidade social, ambiental e econômica. R$100 milhões é uma chance — resta ver para quem e como esse patrimônio vai realmente servir.

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