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Resumo em 10 segundos

🏥 As propostas prometem menos filas e mais medicamentos, mas o debate decisivo é como garantir saúde de qualidade para todos, em cada região do Brasil.

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🏥 Menos filas, mais remédios e atendimento digno: Lula e Flávio Bolsonaro colocam a saúde no centro das promessas. Mas há uma pergunta que define tudo: como financiar uma rede capaz de atender cada brasileiro? 🧵

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Lula propõe ampliar políticas já existentes, fortalecer a rede pública e investir na produção nacional de medicamentos e vacinas. A ideia é combinar acesso imediato com mais autonomia para o país em itens essenciais à saúde.

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Do outro lado, Flávio aposta em IA, prontuário eletrônico integrado, modernização hospitalar e compra de horários ociosos na rede privada. Tecnologia pode agilizar consultas e exames — desde que venha acompanhada de infraestrutura e profissionais.

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O ponto de atenção é o orçamento: o plano de ajuste fiscal citado prevê cortes de até R$ 250 bilhões em serviços públicos. Especialistas questionam como expandir atendimento, equipamentos e equipes sem recursos permanentes.

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Carlos Fidelis Ponte, do Cebes e pesquisador da Fiocruz, lembra: excelência hospitalar não é o mesmo que sustentar um sistema universal. O SUS vai muito além de hospitais: vacina, prevenção, vigilância, atenção básica e reabilitação.

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Parcerias com clínicas privadas podem ajudar a reduzir gargalos onde há oferta disponível. Mas, em regiões desassistidas, elas não substituem investimento continuado em unidades, equipamentos e trabalhadores do SUS.

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Nos medicamentos, Lula propõe manter e ampliar o Farmácia Popular gratuito. Flávio promete entrega em casa para idosos, pessoas com deficiência e pacientes crônicos, mas ainda sem detalhar alcance, lista de remédios e orçamento. Saúde de qualidade precisa chegar a todos — não só onde o mercado já está.

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