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Resumo em 10 segundos

Campanha do novo álbum usou vídeos gerados por IA com erros visuais — fãs revoltados e debate sobre responsabilidade tech 🎧🤖

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Taylor Swift usou vídeos gerados por IA com “alucinações” na campanha do novo álbum e a internet pirou 🧵. O que era pra ser uma caça ao tesouro interativa virou debate sobre confiança, tecnologia e o que conta como arte “real”.

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O lance: 12 portas laranja em cidades do mundo com QR codes que desbloqueavam vídeos secretos. Fans tavam empolgados, mas logo perceberam erros visuais nos clipes gerados — objetos estranhos, rostos distorcidos e cenas que não faziam sentido.

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‘Alucinações’ de IA = quando o modelo inventa ou distorce coisas que não existem: mãos duplicadas, textos ilegíveis, fundos inconsistentes. Em vídeo isso afeta narrativa, identidade visual e a confiança do público — especialmente numa campanha artística.

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5 dicas rápidas pra suspeitar de vídeo gerado por IA: 1) Olhe mãos e dedos; 2) Repare em olhos e expressões faciais; 3) Verifique textos e logos na cena; 4) Observe sombras e reflexos; 5) Procure por cortes estranhos ou movimentos “flutuantes”.

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Importante: surgiu uma IA nova que gera “vídeos realistas absurdos”, apontada como rival da Veo (Google). Isso amplia possibilidades criativas, mas também acelera riscos — deepfakes, desinformação e impacto no trabalho de artistas visuais.

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Reflexão final: tecnologia pode democratizar criação, mas precisa de responsabilidade — transparência, proteção de direitos autorais e regras claras. Quem ganha e quem perde quando as máquinas começam a contar histórias no lugar das pessoas?

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