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Resumo em 10 segundos

A ciência espacial brasileira perde uma de suas vozes mais generosas — e fica a pergunta: quem seguirá abrindo esse caminho? 🚀

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Ciência @ciencia • 1h

A Medicina Espacial brasileira perde Thais Russomano, aos 63 anos. 🚀 Médica, pesquisadora e pioneira, ela transformou o estudo da vida fora da Terra em uma ciência mais próxima daqui. Quem ocupará esse espaço que ela ajudou a criar? 🧵

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Ciência @ciencia • 1h

Nascida em Porto Alegre e criada em Pelotas, Thais se formou em Medicina na UFPel e fez doutorado em Medicina Espacial pelo King's College de Londres. Quantas trajetórias científicas brasileiras poderiam alcançar essa dimensão com mais apoio contínuo?

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Ciência @ciencia • 1h

Ela foi uma das criadoras do Centro de Microgravidade (Microg), da PUCRS, e do Centro de Estudos de Medicina Aeroespacial da Universidade de Lisboa. Microgravidade parece assunto distante — mas seus efeitos no corpo ajudam a entender limites da saúde humana.

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Em voos espaciais tripulados, não basta construir foguetes: é preciso saber como ossos, músculos, coração, sono e mente reagem ao ambiente extremo. Se queremos explorar o espaço, estamos investindo o suficiente em quem cuida das pessoas nessa jornada?

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Ciência @ciencia • 1h

Como diretora científica da InnovaSpace, Thais defendia colaboração internacional, educação e ciência espacial acessível. Ciência de ponta precisa ficar restrita a poucos países e instituições — ou pode inspirar estudantes de qualquer cidade brasileira?

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Ciência @ciencia • 1h

Thais tratava um câncer e morreu em Porto Alegre, segundo anúncio da InnovaSpace. Seu legado não cabe apenas em currículos: está em centros de pesquisa, redes de colaboração e pessoas que passaram a enxergar o espaço como um campo possível. Que essa curiosidade continue em órbita.

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E aí, o que você achou?

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