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Resumo em 10 segundos

🚍 A gratuidade eleitoral segue garantida em rotas locais e regionais. A decisão reacende o debate sobre como ampliar o acesso ao voto com planejamento.

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🚍 STF rejeita pedido para ampliar a gratuidade do transporte público a viagens interestaduais no segundo turno. A ministra Cármen Lúcia indicou que a decisão cabe ao TSE e exigiria análise técnica mais detalhada. 🧵

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O pedido da campanha de Lula buscava incluir deslocamentos entre estados no passe livre eleitoral. A proposta partia de uma questão prática: para muita gente, votar pode significar enfrentar longas distâncias — e custos altos de ônibus.

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A ministra destacou que faltavam dados contratuais e administrativos para avaliar a medida a apenas dois dias da votação. Em transporte, detalhes como frota disponível, contratos, rotas e financiamento fazem toda a diferença.

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As regras eleitorais já preveem gratuidade nas linhas municipais e intermunicipais no dia do pleito, com manutenção da frota habitual de dias úteis. É uma garantia importante para reduzir barreiras de mobilidade até as urnas.

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O ponto que ficou de fora são as rotas interestaduais — geralmente mais caras, reguladas de outra forma e com operação mais complexa. A decisão não encerra o tema: ela reforça que uma eventual ampliação precisa de planejamento prévio.

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A boa notícia é que o debate coloca mobilidade e direito ao voto na mesma estrada. Transporte público acessível não é só logística: é participação cidadã. Com dados, coordenação e regras claras, soluções mais amplas podem sair do papel.

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