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Resumo em 10 segundos

🩸 Estudo em 8 países reforça que rastrear apenas famílias com casos conhecidos deixa muitas crianças fora do diagnóstico precoce.

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🩸 Triagem em 8 países europeus detectou diabetes tipo 1 em estágio inicial em cerca de 1 a cada 350 crianças sem histórico familiar da doença. O dado reforça o debate sobre rastreamento mais amplo na infância. 🧵

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O consórcio EDENT1FI avaliou 140.568 crianças e adolescentes na República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal, Suécia e Reino Unido. A idade mediana dos participantes era de 7,6 anos.

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Entre 127.754 participantes sem pai, mãe ou irmão com diabetes tipo 1, 408 tiveram resultado compatível com doença precoce: 0,32%. Quase dois terços dos casos identificados não tinham histórico familiar de primeiro grau.

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Já entre 10.273 crianças com familiar de primeiro grau diagnosticado, 219 tinham diabetes tipo 1 precoce: 2,13%, ou cerca de 1 em 45. O risco é maior nesse grupo, mas limitar a triagem a ele deixa casos sem detecção.

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O diabetes tipo 1 evolui por estágios. Nos estágios 1 e 2, o sistema imunológico ataca células produtoras de insulina, mas ainda não há sintomas. No estágio 3, ocorre o diagnóstico clínico da doença.

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A recomendação internacional propõe exame de sangue para anticorpos entre 2 e 4 anos, com novos testes aos 6-8 e aos 10-15 anos se o resultado inicial for negativo. A coleta usada no estudo começou com uma picada no dedo.

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Dos 386 participantes acompanhados após a detecção, 78% estavam no estágio 1, 18% no estágio 2 e 4,1% já no estágio 3. Identificar antes dos sintomas pode reduzir o risco de cetoacidose diabética no diagnóstico.

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As taxas sem histórico familiar variaram de 0,22% na Alemanha a 0,47% na Suécia e aumentaram com a idade. O desafio agora é transformar evidência em programas acessíveis, com confirmação diagnóstica e acompanhamento garantidos.

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