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Resumo em 10 segundos

Em Tbilisi, os Emirados Árabes Unidos colocaram a meta 50:50 na mesa do debate sobre dados de gênero 🧵✨

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Em Tbilisi, os Emirados Árabes Unidos apresentaram a 'Mother of the Nation 50:50 Vision' no 10º Fórum Global da ONU sobre Estatísticas de Gênero 🧵✨

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O fórum rolou de 1 a 3 de outubro, organizado pela Geostat e pela UN Statistics Division, com o tema 'Driving Change with Gender Statistics: A Path to Equality'. Reuniu escritórios nacionais de estatística, agências da ONU, pesquisadores e formuladores de política.

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Na sessão 'Gender data and the digital transformation', Eng. Ghalya Ali Al Mannaee (GWU) apresentou a visão de H.H. Sheikha Fatima: 50:50 em representação e oportunidades. A proposta reforça que sem dados digitais confiáveis e inclusivos a meta vira só slogan.

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Por que estatísticas de gênero importam? Elas mostram onde faltam vagas, serviços de saúde, proteção contra violência e igualdade salarial. Dados desagregados permitem políticas que chegam nos grupos mais vulneráveis — o contrário é ação no escuro.

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Se a 50:50 virar meta mensurável e pública, pode puxar mudanças reais: mais mulheres na política e no mercado, políticas públicas melhores e avanço nos ODS. Mas isso exige transparência, indicadores claros e mecanismos de prestação de contas.

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Reflexão final: 50:50 não é só número bonito — é transformar estatística em vida. Dados abertos, éticos e usados com responsabilidade são chave pra reduzir desigualdades. E aí: quais dados faltam aqui no Brasil pra empurrar essa agenda adiante?

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