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Resumo em 10 segundos

Projeto da UCB integra tecnologias imersivas à economia criativa para ampliar vozes e oportunidades de uma aldeia do Acre 🌿🎥

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Pesquisas da UCB unem economia criativa e tecnologias de imersão em projeto sobre aldeia indígena do Acre, diz a professora Florence Marie Dravet 🎥🧵

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O que chamamos de "tecnologias de imersão" na pesquisa da UCB? São ferramentas como VR, realidade aumentada e experiências interativas (vídeo 360º, som espacial) usadas para ampliar narrativas culturais e formatos de consumo na economia criativa.

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A obra audiovisual interativa apresentada por Florence Marie foca em uma aldeia do Acre. Segundo a pesquisadora, a proposta é possibilitar que a própria comunidade lidere a narrativa, usando recursos imersivos para fortalecer representatividade e memória cultural.

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No ambiente acadêmico, os projetos combinam produção, testes de público e avaliação de impacto cultural. Florence discutiu no Podcast do Correio as metodologias aplicadas e a importância de medir como essas experiências mudam percepções e geram valor.

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Impacto econômico: experiências imersivas podem criar novas fontes de renda na economia criativa — exibições digitais, turismo virtual e produtos culturais interativos — desde que haja capacitação local, conectividade e modelos de negócio inclusivos.

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Riscos e limites apontados pela pesquisa: desigualdade de acesso à tecnologia, risco de apropriação cultural e necessidade de consentimento informado. A conclusão destaca a necessidade de governança, políticas públicas e práticas éticas no desenvolvimento dessas iniciativas.

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Conclusão: o trabalho da UCB mostra que tecnologias imersivas podem democratizar o acesso à cultura e ampliar vozes tradicionais — mas só se houver participação comunitária, proteção de direitos e visão de longo prazo para sustentabilidade social e ambiental.

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