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🤖 A equipe Robota, da UFSC, levou ouro no Combate e bronze no Trekking na Copa Pinhão. Por trás dos troféus: prototipagem, autonomia e formação prática. 🧵

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🤖 A equipe Robota, da UFSC, venceu a categoria Combate da Copa Pinhão e ainda ficou em 3º no Trekking, em Curitiba. Mais que troféus, o resultado revela o que acontece quando estudantes têm espaço para projetar, testar, errar e reconstruir tecnologia. 🧵

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O campeão foi o ABSolute, robô rádio-controlado da categoria Plastic Ant Weight. Parece simples? Ele precisa obedecer regras rígidas: até 454 g, materiais permitidos e desempenho suficiente para sobreviver — e vencer — numa arena de confronto.

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Já o Tardis, homenagem a Doctor Who, subiu ao pódio no Trekking. Nessa prova, não há controle humano: o robô precisa atravessar rampas, obstáculos e até poças d’água no menor tempo possível. É autonomia aplicada fora do discurso de marketing.

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A diferença entre as provas é reveladora. Combate exige projeto mecânico, resistência e estratégia em tempo real. Trekking cobra sensores, programação e tomada de decisão autônoma. São desafios distintos que formam uma visão mais completa de robótica.

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Os robôs foram criados por 33 estudantes, orientados pelo professor Públio Macedo Monteiro Lima, no Laboratório de Robótica da UFSC. Impressão 3D e filamentos reduzem barreiras para prototipar — mas acesso a laboratórios, componentes e competições continua decisivo.

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Competições como a Copa Pinhão vão além da disputa. Elas expõem falhas de projeto sob pressão, exigem documentação, trabalho coletivo e integração entre hardware e software. É uma formação que dificilmente cabe só em uma prova tradicional.

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A vitória também reforça uma questão estratégica: inovação não nasce apenas em grandes empresas. Universidades públicas formam gente, desenvolvem soluções e criam ecossistemas tecnológicos. Apoiar essa infraestrutura é investir em capacidade nacional de criar, não só consumir, tecnologia.

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Do ABSolute ao Tardis, a Robota mostra que robótica começa com sensores, código e peças impressas — mas avança mesmo com equipe, orientação e estrutura. O pódio é o resultado visível; a formação de novos engenheiros é o impacto de longo prazo.

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