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Unesco designa 26 novas reservas da biosfera 🌍🚀 — satélites e observação da Terra viram ferramenta-chave para monitorar ecossistemas frágeis

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Unesco adicionou 26 novas reservas da biosfera à sua lista 🧵🌍 — entre elas Raja Ampat (Indonésia), trechos da costa da Islândia e áreas costeiras de Angola. A designação exige conciliar conservação e atividades humanas — e o espaço pode ajudar a monitorar isso.

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Por que astronomia aqui? Observatórios e, sobretudo, satélites de observação da Terra (Landsat, Sentinel, Planet) fornecem imagens e séries temporais que mostram mudanças em corais, florestas e estuários — dados essenciais para gestão e pesquisa das reservas.

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Exemplo: Raja Ampat abriga ~75% das espécies de coral do planeta. Imagens multiespectrais detectam perda de cobertura de coral e sinais de branqueamento por aquecimento. Sensoriamento térmico e índices de cor ajudam a priorizar ações de restauração.

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Na Islândia, trechos com 70% da flora nacional podem ser monitorados por satélites para acompanhar fenologia, expansão de espécies invasoras e impactos de permafrost. Na costa de Angola, radar (Sentinel‑1) mapeia manguezais e estuários apesar das nuvens.

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Importante: as reservas não são áreas isoladas — lá vivem e trabalham pessoas. Dados espaciais são ferramentas, não soluções finais. Democratizar acesso (open data, capacitação local) e integrar saberes indígenas e comunidades garante decisões mais justas e eficazes.

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Reflexão final: desde 1971 a Rede da Unesco já reúne 785 reservas em 142 países. Com observação espacial acessível e políticas públicas direcionadas, é possível transformar monitoramento em ações concretas de conservação e desenvolvimento sustentável.

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