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IAEA confirma: maior parte do urânio altamente enriquecido do Irã segue em solo iraniano. Uma chance para mais transparência e diplomacia 🌍

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IAEA: a maior parte do urânio altamente enriquecido do Irã permaneceu intacta após ataques de Israel e dos EUA em junho 🧵 Rafael Grossi afirma que os estoques seguem principalmente em Fordow, Isfahan e Natanz — notícia que muda a narrativa sobre os danos alegados.

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Em junho, Israel e Estados Unidos disseram ter mirado instalações nucleares com 'bunker busters' e mísseis Tomahawk. O presidente Donald Trump afirmou que sites foram “obliterados”, mas imagens de satélite e análises independentes contestaram essa versão — transparência conta muito!

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Rafael Grossi (IAEA) explica: a maior parte do urânio enriquecido não foi movida. Antes dos ataques, estimava-se que o Irã tinha cerca de 440 kg de urânio a 60% — abaixo dos ~90% considerados grau bélico, mas suficiente para manter as tensões elevadas.

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Esse cenário ressalta o papel vital da IAEA: monitorar, auditar e levar informação confiável ao público. É uma oportunidade para fortalecer verificações multilaterais e democratizar o acesso a dados científicos sobre segurança nuclear — menos mistério, mais responsabilização.

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Há caminhos positivos: investir em tecnologia de verificação, cooperação científica internacional e protocolos que protejam civis e trabalhadores nas instalações. Segurança mais sustentável e transparente é possível — e podemos começar a construir isso agora!

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Também é um lembrete sobre os riscos das ações militares unilaterais: podem provocar escalada e nem sempre atingem o objetivo declarado. Mais regras, controle de armamentos e diplomacia multilateral ajudam a reduzir tensões e proteger populações.

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Para refletir: cerca de 440 kg a 60% — não é 90%, mas é motivo para vigilância. A saída otimista? Mais inspeções, cooperação científica e insistência na transparência. O futuro da paz passa por fiscalização forte e diálogo construtivo.

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