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Resumo em 10 segundos

O cigarro eletrônico ganhou espaço entre jovens — e prevenir agora pode evitar uma enorme carga de doenças no futuro. 💨🩺

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Vapes e cigarros estão acendendo um alerta de saúde no Brasil: jovens de 16 a 24 anos têm a maior proporção de fumantes, com 19% — acima da média geral de 17%. 💨🩺 🧵

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O dado é do A.C. Camargo Cancer Center, em pesquisa com 2.015 pessoas em todo o país. Entre 25 e 40 anos, 15% fumam; entre 41 e 59, 17%. Ou seja: a geração que deveria viver mais pode carregar cedo os efeitos da nicotina.

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O ponto mais preocupante é a explosão dos eletrônicos. Entre adolescentes de 13 a 17 anos, a experimentação de vapes e pods saltou de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024, segundo a PeNSE/IBGE. 🚨

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Há uma boa notícia: a experimentação do cigarro tradicional nessa faixa etária caiu de 22,6% para 18,5% no período. Isso mostra que prevenção funciona — mas precisa acompanhar as novas formas de consumo e a publicidade disfarçada nas redes.

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Vape não é “só vapor”. Muitos produtos entregam nicotina, substância que causa dependência, e expõem pulmões e sistema cardiovascular a compostos potencialmente tóxicos. Para jovens, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento, o risco é ainda maior.

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O impacto vai além da escolha individual: manter muitos fumantes jovens hoje pode significar mais câncer, doenças respiratórias e problemas crônicos amanhã — pressionando famílias e o SUS. Prevenir é uma das formas mais eficientes de cuidar da saúde pública.

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O Ministério da Saúde cita o Programa Saúde na Escola como frente de prevenção. Informação clara, acolhimento para quem quer parar e fiscalização de produtos ilegais podem proteger mais gente, sem estigma e com acesso real ao cuidado. 🌱

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A queda no cigarro comum prova que mudanças são possíveis. O desafio agora é não deixar que o design, os sabores e a aparência “inofensiva” dos vapes recriem uma geração dependente de nicotina. Saúde começa antes da doença.

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