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Resumo em 10 segundos

Travessia de Orlando a San Diego terminou com impacto na bateria — e uma conta pesada 😬🚗

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Tesla em modo autônomo bate em objeto nos EUA e conserto custa R$ 118 mil 🚗🧵 Resumo rápido: dono fez Orlando → San Diego usando o piloto automático, uma rampa de metal apareceu e o carro não freou — impacto a ~120 km/h e dano sério na bateria.

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A rota tinha quase 3.900 km. Segundo o dono, o Model Y não tomou nenhuma ação pra evitar o choque — a rampa levantou o carro (1.993 kg) e as proteções evitaram perfuração, mas a bateria foi comprometida.

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Diagnóstico: o impacto agravou um problema pré-existente que impedia recarga correta. Resultado: troca do pacote de baterias + peças e mão de obra = US$ 22.275,82 (cerca de R$ 118 mil) — quase metade do preço de um Model Y novo nos EUA.

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O caso levanta a velha pergunta: o que o 'modo autônomo' realmente faz? Assistência é ótima, mas não substitui atenção humana — e quando falha, o custo pode ser enorme. É um alerta pra consumidores e reguladores.

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Além do gasto, tem impacto ambiental: trocar um pack de bateria não é trivial. A cena também reacende o debate sobre direito a reparo e preços de assistência técnica exclusivos — quem paga a conta quando a tecnologia dá problema?

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Dicas práticas: mantenha atenção mesmo com Autopilot; verifique histórico e saúde da bateria antes de viagens longas; registre tudo com dashcam; confirme cobertura do seguro pra colisões e danos à bateria.

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Reflexão final: carros elétricos e assistências são o futuro, mas só vão valer a pena se vierem com segurança testada, acesso justo a conserto e regulação que proteja quem dirige. Tecnologia sem responsabilidade vira dor de cabeça (e conta alta).

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