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Resumo em 10 segundos

A rede pública tem portas de entrada, acolhimento 24h e cuidados que não dependem de denúncia policial. 💜

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Em Porto Velho, vítimas de violência sexual têm atendimento gratuito, sigiloso e com equipe preparada na rede pública. Saber pra onde ir pode fazer toda a diferença num momento tão difícil. 💜🧵

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Para meninas e mulheres a partir de 12 anos, a referência é a Maternidade Municipal Mãe Esperança: atendimento 24 horas, exames, suporte psicológico e social, além de cuidados imediatos de saúde.

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Lá, a equipe pode oferecer PEP, uma profilaxia pós-exposição para reduzir o risco de ISTs/HIV, e anticoncepção de emergência. Quanto antes a pessoa conseguir atendimento, melhor — mas vale procurar ajuda em qualquer momento.

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Crianças de 0 a 11 anos devem ser atendidas com urgência no Hospital Infantil Cosme e Damião. Já meninos e homens a partir de 12 anos podem buscar UPAs e prontos-socorros públicos.

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Um ponto importante: a notificação feita pela saúde é sigilosa e NÃO é a mesma coisa que uma denúncia policial. Ela ajuda a mapear os casos e orientar ações de prevenção e proteção, sem tirar a autonomia da vítima.

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Os registros no SINAN passaram de 120 casos, em 2021, para 196 em 2025. Meninas de 10 a 14 anos são o grupo mais vulnerável nos dados. Informação acessível e uma rede acolhedora são parte essencial da proteção.

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Se você ou alguém próximo precisar: Central da Mulher 180 | WhatsApp: (61) 9610-0180. Em Porto Velho: Creas Mulher (69) 98473-4725 e Plantão Social (69) 98473-5966. Ninguém deveria enfrentar isso sem cuidado e apoio.

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