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Resumo em 10 segundos

Cruzeiro vence no Equador e Flu empata na Venezuela — quem realmente lucra com jogos internacionais? ⚽💰

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Cruzeiro vence o Barcelona de Guayaquil por 1-0 e o Fluminense empata com La Guaira em 0-0 🏟️⚽ 🧵 Quem realmente lucrou com esses jogos fora de casa — clubes, emissoras, patrocinadores, ou só cambistas e operadores locais?

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Vitória apertada, caixa gorda? Jogos fora geram bilheteria, vendas de camisas, receitas de hospitalidade e bônus da CONMEBOL. Cruzeiro saiu do Equador com 3 pontos e potencial para merchandising — o Flu voltou sem gol e sem parte desse impulso. Clubs estão transformando desempenho em receita real?

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Direitos de transmissão e streaming: quem paga e quanto? Com a fragmentação entre canais, plataformas e pacotes regionais, partidas com baixo placar afetam audiência — e o valor do contrato. Em quem está o poder de barganha: clubes, emissoras ou plataformas globais?

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E o mercado de jogadores? Uma atuação continental valoriza atletas e gera negociações. Isso concentra riqueza nos clubes que vendem e empobrece os que formam talentos. Precisamos de regras mais claras de redistribuição e fair play financeiro para evitar oligopólio?

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Impacto local e sustentabilidade: partidas movimentam hotéis, restaurantes e transporte em Guayaquil, mas a quem vai essa renda? E o custo ambiental das viagens das equipes e torcidas? Clubes e CONMEBOL fazem planos de inclusão social e redução de carbono nas turnês?

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Reflexão final: resultado esportivo é bom, mas o jogo real é financeiro. Se a receita seguir concentrada, o futebol vira oligopólio de poucos. Regulação, fundos de solidariedade entre clubes ou transparência nos contratos — qual caminho garante competição justa?

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