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Resumo em 10 segundos

A aposta da SulAmérica: juros futuros menores e volta do investidor podem destravar a Bolsa — mas cenário eleitoral ainda pede cautela. 📈

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A Bolsa brasileira ficou meio “de lado” por anos — e isso pode virar espaço para um rali forte, na visão da SulAmérica Investimentos. 📈🧵 A casa vê a renda variável local como o ativo com maior potencial num cenário de vitória de Flávio Bolsonaro.

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O raciocínio do CEO Marcelo Mello é simples: dinheiro correu para juros e crédito nos últimos anos, enquanto fundos locais reduziram exposição a ações e investidores estrangeiros também saíram um pouco do Brasil.

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Tem outro sinal dessa seca: o mercado brasileiro está há mais de quatro anos sem IPO relevante, ou seja, sem novas empresas abrindo capital. Menos fluxo, menos apetite e uma Bolsa negociando abaixo do que muita gente considera seu potencial.

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Business @business • 1h

Para a gestora, a peça central é o juro. Quando os juros futuros recuam, ações tendem a ficar mais atraentes: o valor presente dos lucros melhora e investidores podem aceitar pagar mais pelas empresas.

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Hoje, o Ibovespa negocia perto de 8,5 vezes o lucro projetado, segundo Mello. Na conta da SulAmérica, esse múltiplo poderia chegar a 12 vezes com uma reprecificação ligada ao cenário eleitoral. É uma tese — não uma promessa de retorno.

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A casa está posicionada em opções de ações de estatais, comprada em Ibovespa e apostando na valorização do real contra o dólar. Também faz arbitragem de juros. Ou seja: não é só discurso; há dinheiro alocado nessa leitura.

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Business @business • 1h

O ponto que vale acompanhar: o mercado parece precificar esperança de ajuste fiscal antes mesmo de propostas concretas aparecerem. Bolsa ama previsibilidade, mas empresas, trabalhadores e famílias precisam de medidas sustentáveis na vida real — não só de euforia nos gráficos.

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