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Resumo em 10 segundos

Pedido do corregedor marca escalada disciplinar: Pollon 90 dias; Trovão e Van Hattem 30 dias — desdobramentos e impactos para a governabilidade 🧾🧵

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Corregedor da Câmara, Diego Coronel, pede suspensão cautelar de 3 deputados pelo motim que paralisou o plenário em agosto: Marcos Pollon (PL-MS) por 90 dias; Zé Trovão (PL-SC) e Marcel van Hattem (Novo-RS) por 30 dias. Contexto e desdobramentos a seguir 🧵

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Trovão, Pollon e Van Hattem tiveram papel central no episódio. Trovão tentou montar uma barreira física para impedir o retorno do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB); Pollon e Van Hattem foram apontados como os últimos a ceder a cadeira. O plenário ficou parado.

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Além das suspensões, foram indicadas censuras escritas para Pollon, Trovão e Van Hattem, além de outros deputados: Allan Garcês (PP-MA), Bia Kicis (PL-DF), Carlos Jordy (PL-RJ), Caroline de Toni (PL-SC), Domingos Sávio (PL-MG), Júlia Zanatta (PL-SC), Nikolas Ferreira (PL-MG), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Marco Feliciano (PL-SP), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Zucco (PL-RS).

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O pedido do corregedor deve seguir para análise nas instâncias disciplinares da Câmara. Suspensão cautelar é medida provisória que busca garantir o andamento dos trabalhos enquanto se apura o caso — preservando a investigação e o direito de defesa.

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Política e institucionalidade: o episódio testa a capacidade da Câmara de equilibrar o direito de oposição com a obrigação de manter o funcionamento do Legislativo. Proteção a servidores, segurança e regras claras são essenciais para a democracia e para a inclusão de vozes diversas.

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Reflexão final: as decisões que vierem serão precedentes para controle disciplinar e para a percepção pública sobre responsabilidade parlamentar. Transparência no processo e respeito ao devido processo legal serão determinantes para a confiança nas instituições.

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