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Da Rua do Senado ao espaço: vamos mapear os cantos mais frios e curiosos do Sistema Solar e além 🌌🧵

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Da Rua do Senado ao cosmos: o que significa ser “cool” quando falamos do Universo? 🌌🧵 A rua carioca foi eleita a mais 'cool' do mundo — aqui vamos listar os lugares mais frios, interessantes e cientificamente ricos do Sistema Solar e além.

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O lugar mais frio conhecido: Nebulosa Boomerang. Temperatura estimada ~1 K (≈ −272 °C). Resultado de vento estelar expulsando gás que se resfria por expansão — um laboratório natural para estudar física de gases em temperaturas quase absolutas.

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Plutão e Tritão são exemplos de superfícies ultracongeladas (~30–40 K, ≈ −243 a −233 °C). O Cinturão de Kuiper funciona como um “mercado central” de corpos gelados: cometas, relictos da formação do Sistema Solar e pistas sobre sua história.

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Os “antiquários” do espaço: crateras, terrenos antigos e meteoritos preservam materiais com bilhões de anos. Missões como OSIRIS-REx e Hayabusa2 coletaram amostras que agem como arquivos da formação planetária — acesso aberto a esses dados fortalece a ciência.

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Os “ateliês” geológicos: Encélado e Europa têm oceanos subterrâneos e plumas que reciclam material — fontes contínuas para química complexa. Cassini detectou plumas em Encélado; Hubble indicou possíveis plumas em Europa. JWST e missões futuras vão mapear composições.

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Do samba ao silêncio cósmico: bairros e pistas no espaço mostram diversidade e memória do Sistema Solar. Dado de impacto: 1 K na Nebulosa Boomerang. Explorar exige responsabilidade — protocolos contra contaminação, cooperação internacional e democratização do acesso ao conhecimento.

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