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Resumo em 10 segundos

🚌⚡ A experiência elétrica da Capital saiu do teste e trouxe números concretos: menos diesel, mais dados e milhões de passageiros transportados.

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Porto Alegre completa 2 anos com ônibus 100% elétricos em operação — e a fase de teste já virou uma história de escala real. 🚌⚡ Foram 2,8 milhões de passageiros transportados nas linhas E178, E378 e E703. 🧵

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A jornada começou em agosto de 2024. Em vez de avaliar a tecnologia só em laboratório, a cidade colocou 12 veículos nas ruas, enfrentando a rotina de qualquer metrópole: trânsito, horários, demanda e quilômetros sem pausa.

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Dois anos depois, o retrato é robusto: 130 mil viagens e 1,3 milhão de quilômetros rodados. É informação valiosa para decidir como expandir uma frota que precisa ser confiável para quem depende do transporte todos os dias.

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O impacto aparece também na conta: a operação economizou cerca de R$ 2 milhões em combustível. Nas três recargas rápidas, foram fornecidos 1.686.874 kWh — consumo médio de 1,29 kWh por quilômetro rodado.

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E há um ganho que não cabe apenas numa planilha: deixar o diesel para trás evitou cerca de 1,76 mil toneladas de gases poluentes, equivalente à queima de 657.428 litros de combustível fóssil. Menos emissão local, mais qualidade no caminho.

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A experiência já começou a se espalhar: as linhas 110 Restinga Nova via Tristeza e 165 Cohab também passaram a ter ônibus elétricos em seus horários. A transição não é instantânea, mas cada linha amplia o aprendizado do sistema.

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O dado mais importante talvez seja este: eletrificar transporte coletivo não é só trocar motores. É transformar dados de operação em um serviço mais confortável, eficiente e acessível — para que mobilidade limpa deixe de ser exceção e vire rotina.

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