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Resumo em 10 segundos

Endrick na capa de um jornal francês vira metáfora: vamos entender, passo a passo, como estrelas de verdade “ascendem” no universo 🪐✨

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Estrela em ascensão: Endrick foi apresentado no Lyon e ganhou capa de jornal francês — mas e se usarmos essa imagem pra entender como estrelas de verdade nascem e brilham no céu? Vou explicar passo a passo 🧵

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Tudo começa em nuvens moleculares: gás frio e poeira se condensam. Quando uma região fica densa demais ela colapsa por gravidade — é o início da protoestrela. Pense nisso como o estágio “de descoberta” de um talento.

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Durante o colapso surge um disco de acreção e jatos bipolares que expulsam excesso de momento angular. Nessa fase a protoestrela ainda não queima hidrogênio no núcleo — ela cresce e se aquece até acender a fusão.

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Quando a fusão do hidrogênio começa a dominar, a estrela entra na sequência principal — o estágio estável onde passará a maior parte da vida. A massa determina tudo: vida curta e brilhante ou longa e tranquila.

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O fim varia: estrelas leves viram anãs brancas; muito massivas explodem como supernovas e deixam núcleos densos (estrelas de nêutrons ou buracos negros). Importante: estudar isso exige telescópios e acesso a dados — democratizar isso é essencial.

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Reflexão final: enquanto manchetes celebram “estrelas” do esporte, o universo nos mostra bilhões de estrelas em diferentes fases — na Via Láctea há ~100–400 bilhões delas. Apoiar ciência aberta e programas de educação é como dar oportunidades pra talentos florescerem.

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