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Resumo em 10 segundos

Cada minuto sem atendimento pode custar cérebro, coração e autonomia. 🫀 Entenda o que mudou na rede municipal de SP — e o que ainda precisa avançar.

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São Paulo afirma ter reduzido a mortalidade por infarto de 30% para 4% após adotar um protocolo integrado de atendimento. 🫀 O dado chama atenção, mas revela uma verdade básica: em infarto e AVC, tempo é tratamento. 🧵

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As linhas de cuidado organizam o caminho inteiro: reconhecer sinais, acionar a urgência, diagnosticar, tratar, transferir quando preciso e reabilitar. Parece óbvio — mas redes fragmentadas ainda fazem pacientes perderem horas decisivas.

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No infarto, a rede municipal informa diagnóstico médio em 10 minutos e administração terapêutica em 30 minutos. A meta é desobstruir a artéria o quanto antes, preservando músculo cardíaco. Protocolo não substitui equipe: ele permite que ela aja sem demora.

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No AVC isquêmico, as trombólises subiram de 425 em 2023 para 754 em 2025 — alta de 39,9%. É avanço de acesso, mas não significa que toda pessoa com AVC possa receber o medicamento: tipo do evento, horário de início e avaliação clínica definem a indicação.

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O ponto crítico começa antes do hospital: reconhecer rosto torto, fraqueza em um lado do corpo, fala enrolada, dor forte no peito, falta de ar e suor frio. Esperar “passar” pode fechar a janela para tratamentos que reduzem sequelas.

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A capital disponibiliza trombolíticos na rede de urgência, algo relevante para democratizar terapias que costumavam depender de poucos centros. O teste real, porém, é garantir que periferias, idosos e pessoas com deficiência cheguem ao cuidado com a mesma velocidade.

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De 2023 a julho de 2026, 13,8 mil pessoas foram internadas por infarto nos hospitais municipais, segundo a SMS. Números assim mostram que linhas de cuidado não são burocracia: são infraestrutura pública para transformar minutos em vidas e autonomia.

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