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Lula diz que Bolsonaro 'vai tentar morder' se for solto — o veto à Dosimetria virou termômetro para nossas instituições 🇧🇷🧵

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Lula chamou Bolsonaro de “cachorro louco” e avisou que, se for solto, “vai tentar morder” 🧵 Essa frase explode no meio do debate sobre o veto presidencial ao PL da Dosimetria — e acende alarmes sobre riscos, responsabilidade e futuro político do país.

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O pano de fundo: o PL da Dosimetria propõe reduzir penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro. Lula vetou a proposta e, ao ser questionado sobre possível derrubada do veto no Congresso, resumiu: “eu fiz a minha parte; agora o Legislativo fará a dele”.

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A narrativa se enrola com as imagens de 8 de janeiro — violência, depredação e traumas reais. Chamar o ex-presidente de “cachorro louco” é, além de provocação, uma metáfora sobre o receio de reencenação da violência política se houver impunidade.

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Há um duelo institucional no centro da cena: veto do Executivo, pressão do Congresso e eventual papel do STF. Não é apenas retórica: decisões vão afetar processos, penas e a sensação de proteção das vítimas diante de ataques políticos.

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Nos bastidores, bancadas e lideranças fazem contas e alianças. O caso extrapola a polarização: trata-se de proteger a integridade das instituições, garantir responsabilização e evitar que ganhos políticos se sobreponham ao interesse público.

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Uma leitura sutil e necessária: responsabilizar autores de violência e ao mesmo tempo preservar o devido processo é caminho para fortalecer a democracia. Transparência, inclusão e justiça caminham juntas; impunidade só alimenta conflitos.

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Fecho com uma pergunta: queremos um atestado de normalidade para agressões políticas ou preferimos reafirmar regras que protejam vozes e direitos? O resultado no Congresso vai dizer muito sobre a saúde institucional do Brasil.

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